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sábado, 14 de novembro de 2015
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
sábado, 29 de março de 2014
quarta-feira, 27 de março de 2013
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
sábado, 12 de janeiro de 2013
PERDENDO AS ILUSÕES
"Durante muitos anos esperamos encontrar alguém que nos compreenda,
alguém que nos aceite como somos, capaz de nos oferecer felicidade apesar das
duras provas. Apenas ontem descobri que esse mágico alguém é o rosto que vemos
no espelho".
(Richard
Bach)
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
terça-feira, 28 de junho de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
ASSOCIAÇÃO PROTETORA DOS HÍMENS SOBREVIVENTES
PELA SOBREVIVÊNCIA DESTA MEMBRANA OCLUSIVA . PELA SALVAÇÃO DO PLANETA . TUDO ESTÁ EM SUAS MÃOS OU EM OUTRO LUGAR DA SUA ANATOMIA. POR FAVOR SALVE O PLANETA, SALVE AS BALEIAS E PROTEJA OS HÍMENS .E NÃO SE ESQUEÇA AO ESCOVAR OS DENTES,NÃO DESPERDICE ÁGUA, FECHE A TORNEIRA.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
ANÁLISE
ANÁLISE
Tão abstrata é a idéia do teu ser
Que me vem de te olhar, que, ao entreter
Os meus olhos nos teus, perco-os de vista,
E nada fica em meu olhar, e dista
Teu corpo do meu ver tão longemente,
E a idéia do teu ser fica tão rente
Ao meu pensar olhar-te, e ao saber-me
Sabendo que tu és, que, só por ter-me
Consciente de ti, nem a mim sinto.
E assim, neste ignorar-me a ver-te, minto
A ilusão da sensação, e sonho,
Não te vendo, nem vendo, nem sabendo
Que te vejo, ou sequer que sou, risonho
Do interior crepúsculo tristonho
Em que sinto que sonho o que me sinto sendo.
Fernando Pessoa, 12-1911
Tão abstrata é a idéia do teu ser
Que me vem de te olhar, que, ao entreter
Os meus olhos nos teus, perco-os de vista,
E nada fica em meu olhar, e dista
Teu corpo do meu ver tão longemente,
E a idéia do teu ser fica tão rente
Ao meu pensar olhar-te, e ao saber-me
Sabendo que tu és, que, só por ter-me
Consciente de ti, nem a mim sinto.
E assim, neste ignorar-me a ver-te, minto
A ilusão da sensação, e sonho,
Não te vendo, nem vendo, nem sabendo
Que te vejo, ou sequer que sou, risonho
Do interior crepúsculo tristonho
Em que sinto que sonho o que me sinto sendo.
Fernando Pessoa, 12-1911
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